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Ética: Força, Poder, Autoridade, Violência

Força, Poder, Autoridade

Na vida em sociedade, a ação sobre os outros, ou a coação, é frequentemente necessária. Existe a coação legítima, diretamente associada ao cumprimento das leis. A lei nos coage a todos, e gostamos disso. Na Educação, existe a coação associada ao exercício da heteronomia, como instrumento necessário para a passagem da anomia da criança à autonomia que se atinge com a maioridade. E existe a coação ilegítima, correspondente à coerção, ao exercício da força, que é sempre indesejável, embora nem sempre evitável.

Para substituir a Lei do Mais Forte, que prevalece no estado natural, um contrato social institui o Estado, que organiza a vida em sociedade. Nas relações sociais, reserva-se ao Estado o monopólio do uso da força. Tal deferência está diretamente associada à responsabilidade do Estado no estabelecimento de uma ordem pública que garanta proteção ao cidadão e que seja considerada justa. Naturalmente, estamos falando do Estado de Direito, legalmente constituído para o exercício do Poder. A estrutura do Poder deve ser tal que a coação que dele decorre seja consentida. A tripartição do Poder (Executivo, Legislativo, Judiciário) é apenas um dos requisitos básicos para tal consentimento. A fundamentação na Justiça é, sem dúvida, o mais importante de todos os requisitos. Já se disse que, sem tal fundamentação, não há distinção entre um Estado e um bando de ladrões.

O exercício do Poder é tarefa para uma Autoridade, que assume a responsabilidade pela ação sobre os outros. Além da Força disponível para o garantir o exercício do Poder e do consentimento associado ao fato de tal Poder ser legalmente constituído, a Autoridade necessita de legitimidade, o que está associado ao modo como ela chegou ao Poder. Em um Estado de Direito, existem normas legais que conduzem o processo de constituição dos governantes; se elas não existem, são violadas ou não parecem justas, a Autoridade é minada. Eleições não instituem uma Autoridade, mas apenas legitimam uma Autoridade potencial que já existia.

Completa-se, assim, a tríade: Força, Poder, Autoridade. Quando a Autoridade é minada e se torna ilegítima, ainda resta o Poder; quando as estruturas do Poder sofrem abalo, resta apenas a Força. Tal é o caminho percorrido em um movimento como a Revolução Francesa. O mero exercício da Força nunca pode aspirar a uma situação de estabilidade, sendo sempre transitório. Similarmente, a manutenção do Poder quando a Autoridade se esvaiu em geral dura pouco.

Legalidade, Legitimidade, Responsabilidade, Limites

O Estado pode ser sempre legal, mas nem sempre é legítimo. As Leis podem perder a legitimidade. A escravidão já foi considerada legal e sua legitimidade não estava em discussão; historicamente, deixou de ser considerada legítima e passou a ser ilegal. As Leis devem ser cumpridas ou mudadas. Para mudar uma lei, é necessária a existência na estrutura do Poder de instrumentos para isso; se eles não existem, precisam ser criados. Todo esse processo exige paciência. A impaciência é muito comum em todas as tiranias. Um tirano com uma boa ideia é um perigo, pois ele não tem paciência para construir o convencimento e busca a implementação arbitrariamente, o que constitui uma violência.

Uma exigência natural da Autoridade para o exercício do Poder é que seja legítima. A legitimidade decorre da legalidade dos processos de constituição, como as eleições livres nos regimes democráticos, mas também está associada à competência para exercer a função. As condições de legitimação da Autoridade não são simples, incluindo a capacidade para assumir as responsabilidades inerentes. Assumir responsabilidades é o dever da Autoridade. Quem não quer responder pelas ações dos outros não pode assumir qualquer tipo de Autoridade.

No meio acadêmico, é necessária uma reflexão profunda sobre as estruturas do Poder e sobre as normas legais que instituem as Autoridades, nos diversos níveis de organização da comunidade. Particularmente importante é o fato de que o regime democrático é absolutamente imprescindível para a organização social da Cidade, do Estado, do País, não fazendo sentido qualquer hesitação a respeito. Tal reconhecimento quanto ao funcionamento da sociedade como um todo não pode ser associado a subsistemas sociais menores, dotados de natureza especial. Na constituição do próprio governo, os ministros ou os secretários, por exemplo, são escolhidos, ou deveriam sê-lo, em razão de sua competência profissional na área de atuação correspondente. Subsistemas menores, como a família, por exemplo, não funcionam como uma democracia. As funções e as responsabilidades de pais e de filhos são de natureza essencialmente distintas. Não elegemos nossos pais. Dentro de um avião, também não elegemos o piloto entre os participantes do voo.

No caso da Universidade, também parece natural uma distinção entre as funções de alunos, funcionários ou professores na constituição da estrutura de poder. Afinal, trata-se também de um subsistema social com um grau de especificidade aparentemente indiscutível. A afirmação de que uma família, os ocupantes de um avião ou os participantes da vida acadêmica não constituem exatamente uma democracia em sentido próprio do termo não significa, naturalmente, que valores fundamentais como a civilidade e a tolerância possam ser subestimados. Nem pode ser esquecida uma premissa básica: em sentido humano, toda autoridade tem limites. Meu dentista tem autoridade para me recomendar certa maneira de escovar os dentes; por maior que seja a autoridade do Presidente da República, tal competência lhe escapa, ultrapassa os limites de sua autoridade.

O ponto fundamental é o fato de que a ideia de Autoridade está diretamente associada à ideia de responsabilidade, que deve se apoiar naturalmente na ideia de competência. Tal ideia, por sua vez, encontra-se inextricavelmente ligada a um cenário de valores: competência técnica não é sinônimo de competência. Existe um vínculo inextricável entre a competência em sentido técnico e o compromisso em sentido público na constituição da competência como conceito.

No caso específico da Universidade, a estrutura de Poder está associada a um Estatuto e a um Regimento; tais são os elementos do “contrato social” vigente. É possível que alguns artigos tenham sido corroídos pelo tempo e tenham perdido a legitimidade; se esse for o caso, é preciso articular-se para lutar pela transformação desejada. Condições essenciais para isso são, como já registramos, a não violência e a paciência. A Desobediência Civil pode ser um recurso nessa luta; o terrorismo, no entanto, jamais será aceitável.

 Violência e Palavra

 A explosão da violência corresponde à falência da palavra. Uma das tarefas mais fundamentais da Educação é justamente a construção da confiança na ação, que significa o fazer com consciência, ou a simbiose entre o fazer e a palavra. Tal seria a marca do modo de ser do ser humano; apenas da divindade não se espera tal articulação, mas apenas o exercício da palavra.

Nunca será demais o esforço desenvolvido em todas as áreas da atuação humana para se evitar a violência. O diálogo e a argumentação são recursos vitais para isso. É imprescindível a recusa de todas as narrativas que se pretendem unárias, ou histórias únicas, uma vez que elas se situam na origem de todo dogmatismo ou de todo fanatismo. Complementarmente, é igualmente essencial a recusa de narrativas binárias, que resumem todos os conflitos a uma luta do bem contra o mal, ou a situações em que quem não é meu amigo, é meu inimigo. Tais narrativas binárias são as matrizes para todos os extremismos. A vida não se deixa traduzir por pensamentos unários, nem por narrativas que equivalem a contos de fadas, com seus heróis e seus vilões, com suas bruxas e suas fadas. As narrativas vitais são multifárias e a busca de uma compreensão que possa traduzir em palavras uma fusão de horizontes é a meta precípua da solução de todos os conflitos.

Existe uma máxima latina, no entanto, que traduz uma verdade até certo ponto inesperada: Corruptio optimi péssima, ou “a corrupção do ótimo é o péssimo”. A corrupção de uma ideia ótima não torna sua realização um pouco menos boa, ela transmuta e contamina todo o processo e aquilo que seria ótimo transforma-se em péssimo. Uma constatação das mais cruéis nos dias atuais é o fato de que algumas das piores formas de violência ocorrem por meio da palavra. As agressões verbais, as situações de bullying são os exemplos mais simples de tal violência; a formatação da palavra e o formato dos contratos são manifestações mais sutis.

De fato, existem situações de fala em que os participantes do discurso têm diferentes graus de liberdade: a palavra é dada, mas é formatada, em função da caracterização dos participantes. A alguns pode ser permitida a presença sem a palavra; a outros, a palavra, mas não o voto; a outros ainda, o direito de votar, mas não o de vetar, existindo ainda aqueles a quem se concede o direito do voto e do veto. A ONU, por exemplo, é um colegiado que funciona de modo semelhante ao anteriormente descrito.

É nos contratos que regularmente assinamos, no entanto, que a forma sutil de violência verbal – uma violência virtual, mas uma verdadeira violência – ocorre de maneira absolutamente sistemática. Se a confiança na palavra era a garantia fundamental dos antigos, se era possível se fiar em um fio de bigode, hoje os contratos são especializados em nos afirmar com todas as variações, com todas as nuances, que não confiam em nossa palavra. O que poderia haver de mais violento?

Da antiguidade clássica até o final da Idade Média, o currículo para a formação do cidadão era o Trivium: a Gramática era justificada pela importância do falar corretamente; a Dialética, pela importância dos argumentos coerentes; a Retórica, pela necessidade de se escolher modos de falar e de argumentar que conduzissem ao convencimento. A importância da palavra, no conteúdo e na forma, era decisiva. Considerava-se, então, que maltratar a língua era tão desabonador quanto agredir outro falante. A situação atual é inteiramente diversa, apesar de alguns oásis de resistência, como na chamada Ética do Discurso.

O ponto crucial, no entanto, é o seguinte: a forma mais atual de violência se dá por meio dos preconceitos de diferentes estirpes. Explicitemos um pouco mais tal questão. No uso corrente da língua, o significado de uma palavra nasce da imensa diversidade de sentidos, que são pessoais, idiossincráticos. Como primeiro momento do conhecimento, a percepção se dá pelos órgãos dos sentidos: o que não é sentido, não faz sentido. O significado é o que há de partilhável na diversidade de sentidos, situando-se no nível da palavra. Buscamos a escola para construir o significado das palavras; tudo o que aprendemos deve ter significado. Aqui e ali, de maneira tópica, os significados tangenciam os conceitos, mas a aprendizagem escolar não se enraíza essencialmente no complexo terreno dos conceitos; nem toda palavra é portadora de conceito. Raríssimas vezes um conceito é coisa de criança. Uma criança tem ideias sobre tempo, sobre o ser humano, sobre a vida, mas não dispõe ainda de conceitos tão complexos quanto os correspondentes a tais palavras.

Um conceito, estritamente falando, é uma palavra que sintetiza uma definição rigorosa, uma classificação coerente, uma ordenação nas ideias e uma ideia de causalidade. Na escola básica, vivemos na antessala dos conceitos, na região das ideias preconceituais. Elas se situam no caminho da construção de conceitos, que, muitas vezes, somente estarão presentes bem mais adiante. Sem a relativa elasticidade das ideias preconceituais, não logramos trilhar tal caminho. Mas é preciso cautela com tais ideias. A pretensão ou a arrogância do tratamento intempestivo de ideias preconceituais como se fossem conceitos é a matriz básica de um preconceito. E os preconceitos constituem uma fonte permanente de violência da pior espécie. Ética e preconceito são como líquidos imiscíveis.

******SP 24-04-2017

 

Sementes 76 # CIÊNCIA: Milagre da graça ou brincadeira sem graça?

Deu no jornal: Cientistas criam leveduras que comem lixo e produzem perfume (FSP, 17/4/2017). Trata-se de uma manchete e tanto, digna das mais sonhadoras expectativas de reciclagem de materiais. Mas pode não passar de mera propaganda enganosa. De fato, o complexo mecanismo descrito revela apenas a possibilidade real de multiplicação do que resta do DNA de plantas como as orquídeas, extraído em laboratório. Como em praticamente todas as operações envolvendo o DNA, uma espécie de “tesoura molecular” corta a maior parte do genoma, que é descartada como se fosse junk, uma espécie de lixo genético. A ciência oficial acredita que tal material nada tem de essencial; toda a “receita” para a produção do perfume estaria associada apenas à pequena porção de DNA retido e valorizado. Trata-se de um ato de fé: o lixo genético, o junk  não serve para coisa alguma. Pode ser que sim. Pode ser que não. No caso do genoma humano, por exemplo, já se percebeu que o lixo genético não é tão lixo assim. Ele é que pode nos diferenciar de outros seres vivos. Do ponto de vista apenas do material considerado valioso, nós não nos diferenciamos significativamente de um gorila, ou mesmo de uma lesma. Deixemos, no entanto, tais considerações de lado e continuemos a examinar o trabalho anunciado pelos cientistas. Em certo sentido, ele parece com uma brincadeira; em outros pontos de vista, pode assemelhar-se a um milagre. Uma brincadeira gratuita, movida pela vontade de conhecer, de decifrar os segredos da natureza; ou a revelação ao ser humano dos meandros de um milagre da criação? Seja como for, brincadeira ou milagre, a ação dos cientistas é tudo, menos de graça. Segundo um dos cientistas responsáveis pela pesquisa, o lucro que se pode extrair de tais procedimentos é o que realmente  importa. Limitando sua visão apenas ao sentido econômico de seu trabalho, o referido cientista vangloria-se de que o lucro anual de um único medicamento, o Captopril, fruto de seu trabalho com genes, equivale a todo o lucro da pecuária amazônica no mesmo período, e que somente será atingido um desenvolvimento sustentável por meio de produtos de alto valor agregado, como o perfume sintético as orquídeas. Sei não. Dinheiro não tem cheiro, diz a máxima latina. Mas sobretudo no terreno da medicina e da produção de medicamentos, o elogio do lucro, em múltiplos sentidos, não tem graça alguma.

*******SP 17-04-2017

Sementes 73 # Palavras Irmãs Siamesas

Existem pares de palavras inseparáveis, verdadeiras irmãs siamesas. Autoridade e Responsabilidade constituem um desses pares. É impossível, tanto do ponto de vista lógico quanto em sentido etimológico, exercer uma autoridade sem assumir responsabilidades. Quem não se dispõe a assumir responsabilidades pelas ações de outros jamais poderá exercer qualquer tipo de autoridade. Em alguns âmbitos, falar sobre autoridade produz urticárias… É possível driblar tal reação anômala falando-se sobre as responsabilidades inerentes. Tal como a autoridade, a responsabilidade tem limites. bum âmbito interno a cada um de nós em que somos a maior autoridade sobre nós mesmos, assumindo todas as responsabilidades decorrentes. Um exercício pleno de uma vivência ética somente se prefigura com a ideia de corresponsabilidade. Outro par de palavras similar é Ordem/Organização. Poucos discordariam de que precisamos de organização para uma atividade consciente, mas a reação à ideia de ordem é, às vezes, inconsciente. A associação com coação parece inevitável e parece indesejável. Mas a vida pressupõe organização. Classificações rígidas de pessoas podem constituir fonte de violência, do pior tipo de violência, que é a que se dá por meio da palavra. Mas sem uma rede de esquemas classificatórios, muito aquém de um referencial conceitual, as ações não se realizam. E toda classificação é o germe de uma equivalência, de uma ordenação. Um terceiro par igualmente siamês é a Dádiva e o Laço com os outros. A dádiva muitas vezes é associada ao discurso religioso, ou a atividades filantrópicas, mas não vivemos bem sem ela nas mínimas ações do dia a dia. A doação – da atenção, de um sorriso, da vez no trânsito… – as pequenas gentilezas compõem a ideia de civilidade, que é condição de possibilidade de uma vida íntegra, inteira e integrada com os outros. A dádiva sempre é uma expressão da busca do laço com o outro. Não fazemos contabilidade de dádivas: quem dá um presente busca um laço, este é seu único interesse. Não vivemos em sentido humano sem estabelecer múltiplos laços com os outros. A aparência natural e a maior aceitabilidade do laço, portanto, podem servir de mote para a busca de uma vida mais dadivosa. A cultura japonesa dá uma ênfase especial ao fato de que, ao nascer, recebemos a vida como uma dádiva, a maior de todas as dádivas. Viver seria a oportunidade para retribuirmos tal presente, e uma atitude dadivosa na relação com os outros, concretizada na busca de laços afetivos, seria o caminho para isso.

*********SP    06-04-2017

DIÁRIO DE PERDIDOS E ACHADOS: SUMÁRIO DO PRIMEIRO ANO (3/16-3/17)

SEMENTES  1    #   MATEMÁTICA: IDEIAS FUNDAMENTAIS

SEMENTES  2   #  DEZ LIÇÕES FUNDAMENTAIS QUE APRENDI NA EsPCEx

SEMENTES  3   #  TUTORIA NA ESCOLA PÚBLICA: FUNÇÃO E POSSIBILIDADES

SEMENTES  4   #  A ESCOLA QUE QUEREMOS

SEMENTES  5   #  ENEM: A GELADEIRA QUE VIROU AQUECEDOR

SEMENTES  6   #  SAÚDE MENTAL DOS PROFESSORES

SEMENTES  7   #  CONHECIMENTO: COMMODITY OU COMMONS?

SEMENTES  8   #  AS REVOLUCIONÁRIAS REDES SOCIAIS CONSERVADORAS

SEMENTES  9   #  O QUE TORNA ALGUÉM UM TERRORISTA?

SEMENTES  10   #  EDUCAÇÃO INTEGRAL: SENSO OU CONTRASSENSO?

SEMENTES  11   #  INOVAÇÃO É COMMODITY?   

SEMENTES 12    #  CONHECIMENTO: O SUTIL LIMITE ENTRE OS ESQUEMAS E OS PRECONCEITOS

SEMENTES  13   #  COMPUTADORES E SERES HUMANOS: QUEM ACREDITA NA LEI DE MOORE?

SEMENTES  14   #  O LADO “BOM” DO AEDES AEGYPTI

SEMENTES  15   #  NOTAS SOBRE A FELICIDADE

SEMENTES  16   #  SEESP: DOIS PEQUENOS REPAROS EM UM MAR DE CONVERGÊNCIAS

SEMENTES  17   #  ANALÓGICOS OU DIGITAIS?

SEMENTES  18   #  NEM EXTREMISMO, NEM NEUTRALIDADE

SEMENTES  19   #  TORTURA E DELAÇÃO PREMIADA

SEMENTES  20   #  POLÍTICA NA ESCOLA

SEMENTES  21   #  MEDIOCRIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

SEMENTES  22   #  A AMBÍGUA CONFIANÇA NA BIOMETRIA

SEMENTES  23   #  AUTORIDADE, CONTEÚDO, TEORIA

SEMENTES  24   #  REGRA DE TRÊS, CARISMA E DEMAGOGIA

SEMENTES  25   #  ESCOLA SEM PARTIDO: ARBITRARIEDADE E LIVRE ARBÍTRIO

SEMENTES  26   #  MASSA E PÚBLICO: ANTES TARDE QUE LE BON

SEMENTES 27   #  TRANSFORMAÇÃO, CONSERVAÇÃO, RETROTOPIA

SEMENTES  28   #  REMÉDIOS, DROGAS, MEIOS E FINS

SEMENTES  29   #  O TEMPO NOS ESPORTES

SEMENTES  30   #  MEDIAÇÃO: FECUNDAÇÃO MÚTUA ENTRE MEIOS E FINS

SEMENTES  31   #  MEDIAÇÃO: NEM TUDO É; NADA EXISTE SEM.

SEMENTES  32   #  OLIMPÍADAS ZOOLÓGICA E BIOLÓGICA

SEMENTES  33   #  SOBRE FALAR MERDA

SEMENTES  34   #  AUTORIDADE, RESPONSABILIDADE, DEVER, PODER

SEMENTES  35   #  O HÁBITO, O MONGE, O CONTEXTO E A NORMA

SEMENTES  36   #  O JEJUM E AS FADAS DO MAL

SEMENTES  37   #  INTEGRIDADE E CORRUPÇÃO

SEMENTES  38   #  INTEGRIDADE E CIVILIDADE

SEMENTES  39   #  VANZOLINI: PROVOCAÇÕES FILOSÓFICAS

SEMENTES  40   #  MÁQUINAS MOLECULARES: AVANÇO OU RETORNO AO QUE IMPORTA?

SEMENTES  41   #  CORRELAÇÕES, CAUSALIDADE, COVARIAÇÕES

SEMENTES  42   #  MACHADO DE ASSIS, O JORNAL E AS TECNOLOGIAS

SEMENTES  43   #  O MAIOR ÓRGÃO DO CORPO HUMANO

SEMENTES  44   #  AMIGDALITE E CORRUPÇÃO

SEMENTES  45   #  CONSCIÊNCIA, MASSA, PÚBLICO

SEMENTES  46   #  DÚVIDA IRRACIONAL, FÉ RACIONAL

SEMENTES  47   #   CONTRATOS, VIOLÊNCIA, NOBEL

SEMENTES  48   #  ENSINO MÉDIO: A FALÁCIA DO NÃO OBRIGATÓRIO COMO PROIBIDO

SEMENTES  49   #  O VESTIBULAR, AS COTAS, A GELADEIRA E O AQUECEDOR

SEMENTES  50   #  A VIDA, A ORDEM ALFABÉTICA E A ORDEM NUMÉRICA

SEMENTES  51   #  MEDIOCRIDADE E NEO-ESCRAVIDÃO

SEMENTES  52   #  A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA NOS CURRÍCULOS

SEMENTES  53   #  O QUE É RARO NÃO É IMPOSSÍVEL

SEMENTES  54   #  ORIENTAÇÃO OU TUTORIA NA ESCOLA BÁSICA

SEMENTES  55   #  POLÍCIA: MOCINHOS E BANDIDOS

SEMENTES  56   #  TRABALHO E DESEMPREGO

SEMENTES  57   #  SER E TER TEMPO

SEMENTES  58   #  DESIGN, PROJETO, CIVILIDADE, INTEGRIDADE

SEMENTES  59   #  GRAMÁTICA E FILOSOFIA

SEMENTES  60   #  TEOREMA DA CHUVA, INDUÇÃO, DEDUÇÃO ABDUÇÃO

SEMENTES  61   #  EDUCAÇÃO NA ESCOLA PÚBLICA: DODECÁLOGO SINTÉTICO

SEMENTES  62   #  BRINDES ACADÊMICOS E OUTROS ESTÍMULOS

SEMENTES  63   #  SEJAMOS PRAGMÁTICOS: VIVA A TEORIA!

SEMENTES  64   #  A CORRUPÇÃO DA IDEIA DE SERVIDOR PÚBLICO

SEMENTES  65   #  A LÍNGUA: MODOS DE USAR

SEMENTES  66   #  AFAGOS NA TRADIÇÃO: HORKHEIMER, ARENDT, BAUMAN

SEMENTES  67   #  SENTIDOS, SIGNIFICADOS, CONCEITOS, ESQUEMAS, PRECONCEITOS

SEMENTES  68   # ESTADO, NAÇÃO, ESTADO NACIONAL

SEMENTES  69   #  SIMPATIA, EMPATIA, COMPAIXÃO

SEMENTES  70   #  SUA EXCELÊNCIA, A EQUIVALÊNCIA

SEMENTES  71   #  MAIS BEM FEITO É BEM MELHOR…

SEMENTES  72   #  UM HOMEM CHAMADO FERA

******SP 23-03-2017

 

CRONOGRAMA SEED/SEMA 1º SEMESTRE DE 2017

 

Universidade de São Paulo/Faculdade de Educação       1º sem. 2017

  Sem. de Est. em Epistemologia e Didática/Sem. de Ens. de MAtemática

SEED       (ANO XXI)                                            SEMA  (ANO X)  

Coord.: Nílson José Machado      Local: Lab. de Matemática

                                                       (FEUSP/SALA 8 BLOCO  B)

 

SEED           (14h – 16h) SEMA         (16h30 – 18h)
1 10/3  Nílson José Machado   Competências e Habilidades: Em que pé estamos?     ___________________
2 17/3 Jorge Eiti Okazaki     China: a diferença competitiva Nílson José Machado                 Linguagem e Matemática: Filigranas pragmáticas
3 24/3 Carlos Giovani Delevati Pasini  Educação intercultural e epistemologias do Sul: perfil do docente contemporâneo Paulo Bedaque   Riscos de impactos meteoríticos na Terra nos tempos atuais
4 31/3 Ana Maria Liblik   Educação integral: desafios e possibilidades reais Marcelo Léllis      O estilo do livro didático de Matemática e sua relação com ensino e aprendizagem
5 07/4 Eloísa Marques Miguez     Habermas e Ratzinger: Entre Razão e Religião   Ruth Ribas Itacarambi         Explorando o TANGRAM
  14/4 Feriado – Semana Santa  
  21/4 Feriado – Tiradentes  
6 28/4 Ruth Ribas Itacarambi     A imagem do Professor no espelho da mídia Alessandro Teruzzi    Experiências Mentais: de Galileu a Einstein e aos super-heróis
7 05/5 Didier Dominique Dias de Moraes  Uma trajetória do design do livro didático no Brasil: a Companhia Editora Nacional, 1926-1980. Antônio Carlos Brolezzi    Logaritmos: a História e a Tecnologia
8 12/5 Melanie Guerra       Diálogo, argumentação e narrativa: uma atualização dos “3 Rs” Luiz Márcio Imenes    Questões sobre o Ensino de Matemática: o que você acha?   (OFICINA)
9 19/5 Marisa Ortegoza da Cunha    História do Futuro (Minois): sobre a ideia de previsão Hideo Kumayama/Fabiano Siqueira    Origami e Tetraedro Epistemológico: Puzzles Geométricos
10 26/5 João Tomás do Amaral   Schopenhauer e o Relatório Delors: convergências Roberto Perides Moisés   Estatística nos Esportes: o que parece certo pode estar errado…
11 02/6   Flávio Ulhoa Coelho  Literatura e Matemática: uma visão pessoal Ana Cláudia Loureiro/Vanessa Queiroz  O uso do Scratch no ensino de Geometria
12 09/6  Paulo Bedaque   “Nasce um Deus e outros morrem”: Interfaces da transição Márcia Aguiar      A Formação do Professor e o Ensino de Álgebra
  16/6   Feriado Corpus Christi  
13 23/6   Edsel Diebe   O conceito de Indivíduo em Abelardo:  entre a Lógica e a Ética José Luiz Pastore Mello    Teoria ou Práxis na aula de Matemática: o que vem primeiro?
14 30/6 Ricardo Tescarolo/Rosângela Florczak Transformações contemporâneas e prática docente: movimentos migratórios Marisa Ortegoza da Cunha   Amor e Matemática (Frenkel): explorando algumas relações

Frequência Livre – Não é necessária inscrição prévia                                                              NFORMAÇÕES/TEXTOS DISPONÍVEIS:      www.nilsonjosemachado.net

 

 

Novo Livro do SEED: LINGUAGEM, EPISTEMOLOGIA E DIDÁTICA

Fruto do trabalho coletivo de nosso grupo, ao longo dos Seminários de Estudos em Epistemologia e Didática (SEED), será lançado o livro Linguagem, Epistemologia e Didática no próximo dia 18 de novembro, na Biblioteca da Faculdade de Educação da USP. O trabalho celebra os 20 anos de atividades do SEED. Haverá, no lançamento, uma homenagem ao companheiro Claudio Saiani. Será uma alegria contar com a presença de todos os que puderem estar conosco. O início será às 18h.

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Cronograma de Seminários / 2º Semestre de 2016

 

Universidade de São Paulo/Faculdade de Educação (FEUSP)   

                                                                                              2º sem. 2016

         Seminários de Estudos em Epistemologia e Didática/Seminários de Ensino de MAtemática

SEED       (ANO XX)                             SEMA  (ANO IX) 

Coordenação: Nílson José Machado      Local: Laboratório de Matemática

                                                                                               (FEUSP/SALA 8 BLOCO B)

 SEED                                  (14h – 16h)  SEMA                         (16h30 – 18h)
1 12ago  Vladimir Fernandes   Filosofia e Ética na perspectiva das formas simbólicas em Cassirer Nílson José Machado                                  A sinceridade e a vocação parlamentar dos Polinômios
2 19ago Nílson José Machado     Fins, Meios, Mediocridade, Mediação José Luiz Pastore Mello     A catenária (com matemática) na escola básica
3 26ago Paulo Henrique Fernandes Silveira   Medicina da alma/Discursos Terapêuticos (Parte II) Luís Márcio Imenes  Letramento e Matemática: superando paradigmas equivocados
4 2set Eloísa Marques Miguez     A ideia de monantropismo em Viktor Frankl Marisa Ortegoza da CunhaLógica, lógicas: uma visão panorâmica
  9set Feriado – Semana da Pátria  
5 16set Fabio Romeu de Carvalho e                    Jair Minoru Abe         Lógica Paraconsistente Anotada e aplicações: panorama Paulo ÁvilaTensores na Escola Básica: Possível? Necessário?
6 23set Márcia Trivino Moisés      O Método investigativo: a experiência na Educação Infantil Lino de MacedoJogos tradicionais /Jogos eletrônicos
7 30set Luiz Carlos de Menezes       Formação de Professores: em busca de um novo paradigma Walter Spinelli    Livro de matemática totalmente digital e interativo: existe isso?
8 7out Sônia Maria Pereira VidigalÉtica: por uma educação mais humanizadora João Tomás do Amaral  As Grandes Correntes do Pensamento Matemático (II)
9 14out Paulo BedaqueO mito de Jasão e os argonautas Ruth Ribas ItacarambiLetramento algébrico na escola básica
10 21out Fernando Costa      Ensino e aprendizagem:  a criação de questões na construção do conhecimento Marcelo LéllisA linguagem do Livro Didático: Narrativas e contextos
  28out Ponto facultativo na USP  
11 4nov Ana Lúcia Ribeiro LupinacciArte e experiência em John Dewey Roberto Perides Moisés    Propriedades da Hipérbole:     uma investigação sobre o número e
12 11nov Andrea Marinho              Círculos de Cultura: um diálogo entre                    Paulo Freire e Habermas Paulo Bedaque      Ao meio-dia, o sol está a pino?
13 18nov Marisa Ortegoza da CunhaDireitos Humanos: História de uma ideia Marcello Lima de Araújo        Cenário cibernético: desafio para a utilização de novas tecnologias
14 25nov Ricardo Tescarolo/Rosângela Florczak A comunicação em tempos de crise CONFRATERNIZAÇÃO

Frequência Livre – Não é necessária inscrição prévia                                                              INFORMAÇÕES/TEXTOS DISPONÍVEIS:      www.nilsonjosemachado.net

EDM 5129 – Tópicos de ÉTICA e EDUCAÇÃO

A disciplina Tópicos de ÉTICA e EDUCAÇÃO será ministrada no segundo semestre de 2016 a partir de 8 de agosto, no período da tarde, na FEUSP, no Laboratório de Matemática (sala 8 do bloco B). O Cronograma segue abaixo.

Universidade de São Paulo/Faculdade de Educação           Programa de Pós-Graduação em Educação   

Disciplina EDM 5129  Tópicos de ÉTICA E EDUCAÇÃO                      2o semestre de 2016

               CRONOGRAMA                                                                 Resp.: Prof. Nílson José Machado

 

Ordem            data 1ª parte

 (± 90 minutos)Exposição dialogada (iniciativa do professor)

Conteúdo

2ª parte            

    (± 90  minutos)  Questões/Discussão 

(iniciativa dos alunos)

Leitura sugerida  (ver número na Bibliografia)

                08/ago Apresentação(Professor, Ementa, Alunos) Educação e Cultura: as ideias de conservação / transformação, projetos/valores, cidadania/pessoalidade, profissionalismo.
2           15/ago Imagens do conhecimento e ação docente; o conhecimento como um valor; os pares mercadoria / dádiva e commoditiy / commons. Textos Nº …………………………….
3         22/ago Conhecimento, narrativas, valores: dos Contos de Fadas à complexidade. Dilemas e oposições fundadoras; elementos fundamentais na narrativa. Textos Nºs ………………………………
4          29/ago Dimensões fundamentais da ação docente: competência técnica e valores. As visões de Russell, Arendt, Steiner, …Mediação, cartografia, autoridade, tolerância. Textos Nºs  ………………………………..
 
5          12/set Ética e Moral: duas fontes das normas. Autoridade e tradição; consciência e livre arbítrio. Fundamentos dos Princípios éticos: Kant, Habermas, Jonas,…  Textos Nºs  ………….………..                                                                  ENTREGA DO 1º ENSAIO 
619/set Ética e Educação: valores na família e na escola. Integridade, responsabilidade, tolerância, igualdade, diferença, liberdade e autonomia. Textos Nºs ………………………
7         26/set Educação, Ética e Moral: Funções do Estado – Força, Poder, Direito. Estado e Nação. Legalidade e legitimidade; Desobediência civil. Direitos e Deveres. Textos Nºs  ………………………. 
8          03/out Questão A

Entre Direitos e Deveres existe Simetria ou Assimetria?

 

Questão B

Violência e palavra:

Quais os limites e o significado do Perdão?

     
9          17/out Questão C

Crescimento, otimização, perfectibilidade, sustentabilidade: A vida é sustentável?

   Questão D   

  ENTREGA DO 2º ENSAIO

Ética, Economia, Qualidade de vida:

Qual o significado do IDH?

10        24/out Questão E

Projetos e Valores, Tecnologias: os fins justificam os meios?

Questão F

Democracia e Regra da Maioria:

a maioria sempre tem razão?

11          31/out Questão G

Democracia e eleições: Quais os limites da articulação entre o interesse pessoal e o interesse coletivo?

Questão H

Como entender o fenômeno das massas?

12          07/nov Questão I

A Fé como traço de caráter: Quais os argumentos contra a desilusão, o tédio e a anarquia?

Questão J

 Ética e Educação: Como articular a Ética da Convicção e a Ética da Responsabilidade?

     
1314/nov PROVA FINAL  (3º ENSAIO) PROVA FINAL    (3º ENSAIO)
1421/nov Entrega dos Resultados e dos Trabalhos  

CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO     Nota Final N:  0 ≤  N  ≤  10,0      N =  10,0         100% de aproveitamento

Trabalhos:

Participação/Questões semanais:   20%  de N      1º Ensaio:   20% de N        2º Ensaio:   30% de N           Prova Final:   30% de N

 Conceitos:      0 ≤ N < 5,0: Repr.             5,0 ≤ N < 7,0: Conceito C             7,0 ≤  N < 8,5:                   Conceito B   8,5 ≤  N ≤ 10,0: Conceito A            

Livro de Bolso da FORMAÇÃO DO PROFESSOR

Publicado pela Editora Livraria da Física em 2016.

4ª Capa

ESCOLA, MATÉRIA, METODOLOGIA, TECNOLOGIA, PESSOALIDADE, IMAGINAÇÃO, ÉTICA, POLÍTICA são alguns dos temas fundamentais para a formação do Professor que são examinados neste livro. Cada tema divide-se em quatro vertentes, e cada vertente subdivide-se em quatro pequenos textos, que articulam diferentes perspectivas sobre a ação docente.

SEED/SEMA 2016 1ºSEM

Universidade de São Paulo/Faculdade de Educação     1º sem. de 2016           Seminários de Estudos em Epistemologia e Didática                                                               Seminários de Ensino de MAtemática

SEED   (ANO XX)                                                SEMA  (ANO IX)       

Coordenação: Nílson José Machado       Local: Laboratório de Matemática  

                                                                (FEUSP/SALA 8  BLOCO B)

  SEED          (14h – 16h)     SEMA  (16h30 – 18h)
1 26fev Nílson José Machado  Epistemologia e Espiritualidade Nílson José   Machado             A noção de espaço: da Geometria à Antropologia
2 4mar Fátima Ferreira de Oliveira  Vilém Flusser e a Filosofia da Caixa Preta José Luiz Pastore Mello    Números Felizes, Educados e Normais
3 11mar Ana Maria Petraits Liblik  Educação Integral: Problemas e Perspectivas Ricardo Araújo    Poesia e Matemática – Exercícios de Criptografia
4 18mar Takeshi Yamasaki     História do Japão: a saga dos imigrantes   Danilo Silvestre         A história dos vídeo games
  25mar Feriado  
5 1abr Marcelo Biscola    Aprendendo a reaprender Marcelo Léllis                           Uma reflexão sobre os Conteúdos de Matemática no Ensino Fundamental
6 8abr Marisa Ortegoza da Cunha           George Minois:   História da busca da Felicidade Fábio Orfali      Raciocínio covariacional em curso inicial de Cálculo
7 15abr Ricardo Araújo  Estética e Conhecimento em Ortega Y Gasset Zaqueu Vieira Oliveira  As disciplinas matemáticas em Adrian Van Roomen
  22abr Feriado  
8 29abr Paulo Henrique F. Silveira        Medicina da Alma                   Artes do viver e discursos terapêuticos Paulo Ávila Escalares, Vetores, Tensores na Escola Básica?
9 6mai Eloísa Marques Miguez         Freud/Frankl:   O mal estar na civilização e o vazio existencial José Eduardo Deboni  Computadores e Evolução: Algoritmos Genéticos
10 13mai Ana Cláudia Loureiro/Socorro Sarkis  Variações em torno da ideia de mapa Alessandro Teruzzi  Caos e Matemática: uma relação “críptica”
11 20mai Fernando Costa  A narrativa na Empresa Paulo Bedaque  Astronomia: um mergulho nas manchas solares
  27 mai Feriado  
12 3jun Márcia de Oliveira Cruz  Paul Ricoeur: Ética e Educação João Tomás do Amaral            Revisitando as grandes correntes do pensamento matemático
13 10jun Paulo Bedaque  Mito: o nada que é tudo (Parte V):  Prometeu Walter Spinelli   O contexto em Matemática nos documentos atuais
14 17jun Karine Ramos  O cotidiano infantil e o ambiente natural Luiz Márcio Imenes  O Livro e os Objetos Educacionais Digitais
15 24jun Ricardo Tescarolo  Considerações sobre o sentido da vida   Roberto Pérides Moisés  O lugar da Matemática Financeira no Currículo

Frequência Livre – Não é necessária inscrição prévia     INFORMAÇÕES/TEXTOS DISPONÍVEIS:       www.nilsonjosemachado.net